Ativista Político pede investigação por possível tráfico de influência e espionagem internacional.
- Redação Olhar Democrático

- 14 de jan. de 2023
- 2 min de leitura

Ativista Político pede investigação de Eduardo Bolsonaro por possível tráfico de influência e espionagem internacional.
O ativista político Fernandes Filho solicitou à Procuradoria Geral da República e à Camara de deputados investigação e providencias legais sobre a possibilidade de uso de tráfico de influência e espionagem internacional protagonizado por Eduardo Bolsonaro no episódio do Catar, durante os jogos da Copa do Mundo de Futebol.
De acordo com a representação, Fernandes afirma não ser normal que um chefe de Estado receba alguém, mesmo parlamentar, que não seja representante oficial ou diplomata, logo foi quebrada a regra da diplomacia internacional por Eduardo Bolsonaro.
Outro fato ainda mais grave, relatou o ativista, é o revelado pelo deputado em questão de que estaria levando informações do Brasil, sendo que lá havia muita imprensa internacional, sem dizer que tipo de informações estava levando.
Vale lembrar que Eduardo Bolsonaro é filho do então na época presidente da República, o que poderia dar a ele acesso a muitas informações privilegiadas que dariam um bom rendimento em um mercado paralelo de informações.
O Catar é um consumidor de armas fabricadas no Brasil, armas que são a paixão número um do clã Bolsonaro, sem contar que o país também produz Petróleo bem mais do que o Brasil.
O episódio que virou piada nas redes sociais pode encobrir um fato possivelmente grave, a possível venda de informações privilegiadas e a criação de imagem de seu pai como homem de poder tal que um país poderia invadir o Brasil para fazer a tão sonhada revolução militar com Bolsonaro no poder.
O fato da vinda dos navios de guerra do Catar, amplamente divulgado, serviu para alimentar mentes doentias e fortalecer os ânimos para os atos antidemocráticos que ocorreram sem que houvesse qualquer negação pelo clã Bolsonaro.
A investigação deve partir do princípio de que o fato de levar pen drive, em vez de enviar dados eletronicamente, serve para inibir rastreamento e dificultar produção de provas, além do que é possível alguém que tem informações privilegiadas marcar um lugar de grande movimento, como o Catar em Copa do Mundo, e repassar tais informações a outros agentes, não necessariamente do Catar.
A investigação, se aceita pela PGR e pela Camara, chegará a conclusão de que um ato de espionagem, tráfico de influência ou molecagem aconteceu.
No caso de molecagem de Eduardo Bolsonaro, eu lamento pelo fato de que muitos brasileiros foram vítimas de uma ilusão provocada por alguém que só queria ver a Copa do Mundo enquanto produzia tempero para uma tentativa de golpe, depois das ocorrências e tentativas de golpe de Estado podemos esperar tudo desta gente, finalizou Fernandes..






E bem possível a vericidade desses fatos.
Ainda mais com esses novos acontecimentos.
A tal minuta de uma trama para ser decretada a anulação das eleições.
Faltou uma coisa que o Inominável fujão não tem.
Faltou coragem para por o plano da minuta em ação.
Nilo Geronimo Borgna
niloNinjaativista