DESMANCHE DO COMBATE À CORRUPÇÃO. QUEM É O MAESTRO?
- sreklippel2000
- 9 de dez. de 2021
- 2 min de leitura
LAVA JATO COM DESTINO IGUAL À OPERAÇÃO MÃOS LIMPAS?

O cenário ficou caótico. Já se instalou o "sistema" que, a exemplo da Itália, primeiro enfraqueceu, depois liquidou a “Operação Mãos Limpas” e desconstituiu todo o arcabouço de combate à corrupção.
O método tem sincronia nos Três Poderes. A gente perde a noção de quem seja o maestro, porque a independência dos poderes é letra morta nesta cruzada pelo desmanche do combate à corrupção.
Corrupção sistêmica NÃO é o Toma lá dá cá; essa é a parte que o próprio sistema expõe, deixa transbordar das bordas do caldeirão, para sedimentar ou justificar a cultura de que as coisas são assim mesmo; logo, não há o que fazer.
Nesse contexto, devidamente defendido por falas, campanhas de distorções de fatos, eles podem inserir a pérola que melhor lhes convier. “Governabilidade”, por exemplo, sem isso ou aquilo é impossível, blá, blá, blá...
Bolsonaro é o Silvio Berlusconi brasileiro, fazendo o que se espera dele no Executivo; que não é governar, mas sedimentar a cultura de que para governar tem que corromper.
No Legislativo vão passando boiadas, que são ineficazes sob o ponto de vista da governabilidade; mas, em compensação, elas rendem milhões para os corruptos e corruptores.
No Judiciário o que se tinha como certo passa a ser duvidoso; a insegurança jurídica prospera, e o fenômeno do passando a boiada é pontual.
Nem vamos discutir STF ou TSE porque é a instância reguladora; aquela que dá anuência liminar. Nunca corresponde às expectativas. O que fica evidente é que essas instituições de valor incalculável para a República precisam ter suas nomeações reformuladas.
O senso de oportunidade dessa gente foi regiamente recompensado com a pandemia. Ali eles viram que as restrições sanitárias trariam dificuldades para a mobilização popular. Como diz o ditado, é preciso um pouco de azar para se ter sorte.
Sorte para eles. Duplamente azarada a população brasileira.
A percepção de muitos ou essa sensação do brasileiro de ser, neste momento, o mais impotente perante o inacreditável; todos nós estamos sujeitos, mas, inacreditavelmente já passamos por isso outras vezes.
Vamos superar. A cada nova onda, novos inimigos se tornam conhecidos.
É dessa "impotência” que extraímos, sempre, a capacidade de reagir.
"Eles" esperam que a gente assimile a cultura dessa síndrome de Gabriela.
Nunca conseguiram!
Nem será agora!
É valiosa a oportunidade que temos de jogar contra esse sistema; com o jogador que sabe, compreende, e reúne todos os requisitos para confrontá-lo.
Como já disse, reitero, é preciso um tanto de azar para se ter sorte no jogo.






O jogador que reúne todos os requisitos para confrontrar o sistema é Sérgio Moro??? Tô junto!