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Finalizamos a semana com nova variante na área. E agora, José?





QUAL O VÍRUS MAIS LETAL, O DA COVID-19 OU O DO FANATISMO (NEGACIONISMO)?



“Na Itália, um austríaco de 55 anos morreu da Covid-19 após se infectar propositalmente com a doença em uma festa para obter passaporte sanitário.” Esclarece a reportagem que “pessoas têm participado de “festas do coronavírus” com o objetivo de se infectar propositalmente e, assim, escapar da imunização”[1] ou vacinação.


Hoje os jornais amanheceram e percorreram o dia com um assunto em comum – nova variante da Covid-19. Essa vem da África, já bombardeou a Europa...


Os cientistas trabalham incansáveis para descobrir o seu alcance e maneiras de vencê-la. É uma luta sem tréguas, enquanto grupos de pessoas em países onde a população tem acesso às vacinas zombam da vida, como os que participam destas festas ou não seguem as regras sanitárias.


A Omicron demonstra que enquanto houver um não imunizado (na África apenas 24% da população está vacinada) as variantes poderão surgir violentas e determinadas e demonstrar seu poder, como um Átila sanguinário e enfurecido.


“A variante omicron do coronavírus, descoberta por pesquisadores sul-africanos, é rara e possui um elevado número de mutações, o que a tornaria altamente transmissível.”[2]

Vários países da Europa já confirmaram a presença da nova variante: Bélgica, Reino Unido, Alemanha, Itália.


A preocupação maior está no fato de um possível poder de furar a proteção dada pelas vacinas existentes. Correndo contra o tempo, a Pfizer promete uma vacina específica para dentro de 100 dias.


Medidas estão sendo tomadas nos países europeus: suspensão de voos de determinados países, controle de entrada de viajantes, testagens, isolamentos, máscaras. Por exemplo, A partir de agora, todos os viajantes que chegarem ao Reino Unido precisarão passar pela testagem. Além disso, aqueles que tiveram contato com uma pessoa suspeita de haver contraído a nova variante deverá se isolar por 10 dias.[3]


No Brasil, apesar do negacionismo, fanatismo ou ignorância de certa autoridade central do país, o povo foi mais sábio e está respondendo à campanha de vacinação que não houve por parte do governo federal de forma positiva – vacinando-se.


Mas é bom não nos iludirmos, há muitas pessoas que não demonstram empatia pelo outro ou amor à vida e não se vacinaram, outras se recusam a usar máscaras, evitar aglomerações...



Há os que querem Carnaval... Pasmem.


Irresponsabilidade? Ódio? Somente um estudo detalhado e profundo poderá responder o enigma deste século em todo o planeta.


E há bolhas, como as verificadas no Amazonas, onde nem a vacina nem as medidas de higiene chegaram: Eventos de massa e bolhas sem vacina geram surtos de Covid em rincões do Amazonas”[4].


Mãos à obra. Muito sabão, água, álcool gel nas mãos. Máscaras ao rosto. A vida é para ser vivida.


Sandra Regina Klippel




 
 
 

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