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O ELEITOR BRASILEIRO É UM CASO PERDIDO?



Quem pode fazer o milagre de salvar o Brasil não são os eleitos. Não há governante “salvador da pátria”. Quem pode salvar o país são os eleitores.


As nossas Forças Armadas são uma instituição com a reputação fatalmente destruída? Não. O que destrói a reputação das Forças Armadas são alguns que lá estão para esconder sua falta de hombridade, seus traumas de infância e adolescência e sua falta de coragem sob uma farda e ao disparo do fuzil.


O Sistema de Justiça, em qualquer de suas instituições (policiais, judiciário, ministérios), é algo impróprio para ser observado por menores de 33 anos, uma página de vergonha no cenário nacional e levando o país a insegurança jurídica e social reconhecida em âmbito internacional? Não. O que cria a insegurança jurídica e social no país não são as instituições, diga-se, extremamente necessárias, são alguns que lá estão subvertendo as leis, usando a Toga, o cargo, a autoridade para exercer seus princípios de criminalidade e de almas corrompidas pela ganância e pela soberba.


O Congresso Nacional é um monstrengo, um frankenstein produtor de monstrinhos diários para apavorar a vida dos brasileiros e uma empresa de fomento à corrupção? Não, necessariamente. Deveria ser o local onde as lideranças de todo o país, democraticamente eleitas, criassem mecanismos (Leis) para resolver questões que afetam a população e propiciar o desenvolvimento e felicidade do povo. O que o transforma em um monstrengo são alguns (talvez maioria) eleitos com compra de votos, que por sua vez deixam-se comprar por toda sorte de corruptores. São aqueles que não tem valores, e sim, preço.



A instituição Presidência e suas correlatas locais, governos estaduais e prefeitos, são os algozes do povo brasileiro? Parece, mas não deveria ser assim. O que transforma seus ocupantes no lendário “capitão do mato” da época da escravidão colonial são alguns que ocupam o cargo para seu benefício próprio, de seus familiares e do bando que garantiu com muito dinheiro suas campanhas, os seus compradores. Assim esquecem o preceito primeiro que um mandatário deveria observar: um governante não ocupa um cargo para ser servido, ele ocupa para servir àquele povo. E povo é a população como um todo.



E será o eleitor brasileiro um caso perdido? Não. Se fosse, eu não estaria escrevendo esta matéria. Basta que cada um de nós, aqueles que compreendem o contido nesta mensagem, faça uso de parte do seu tempo para esclarecer seu teor aos eleitores de nosso entorno, de nosso círculo de relações. O Brasil tem jeito, depende de nós. Vamos nos dar as mãos e fazermos nossa parte. Basta de divisões, somos um só povo, um só país.



Sandra Regina Klippel



 
 
 

2 comentários


Fernandes Filho
Fernandes Filho
23 de jan. de 2022

Povo brasileiro precisa aprender que populismo é diferente de popularidade porém ambos deveriam seguir as obras de um politico. pesquisar, pesquisar sempre antes de votar.

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Marcos Assulera
Marcos Assulera
22 de jan. de 2022

Parabéns a equipe do olhar democrático que Deus nos ajude e nos de sabedoria para orientar os eleitores

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