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O destino de uma nação na decisão de um estadista.


James Clarke, um pregador e escritor americano falecido no ano de 1888 escreveu que “Um político pensa na próxima eleição; um estadista, na próxima geração” a mesma frase também atribuída é modificada para “Um estadista pensa nas próximas gerações, um populista pensa nas próximas eleições.


O fato é que o Brasil vive uma crise de liderança sem precedentes na história um país que já teve líderes políticos que deixaram sua marca na história política brasileira como Getúlio Vargas, Juscelino Kubitschek, Ulysses Guimarães dentre outros não deveria estar neste momento vivendo a decadência de ascensões de personagens que mais parecem tirados de contos de terror ou de comédia pastelão.


O fato é que no decorrer dos anos uma cegueira política se alastrou entre o eleitor que hoje não sabe a diferença entre o que é bom e o que é ruim.


Uma nova forma de se conquistar o poder se tornou uma doença cronica que traz a tona emoções de instinto básico e primitivo se contrapondo a luz da razão e do que deveria ser uma plataforma de boas intenções da arte de governar.


De acordo com o ativista politico Fernandes Filho, populismo é uma ação que visa criar uma ilusão mentirosa com o propósito de captar o eleitor desavisado utilizando ferramentas emocionais negativas e é antagónica a popularidade esta mostra a verdade politica sem mentiras ou espelhamento.


A atual situação política eleitoral polarizada entre Lula e Bolsonaro pode ter um desfecho diferente se for criada uma situação que de uma alternativa para população.


A virada de mesa de acordo com Fernandes poderá vir de uma coligação entre o Podemos e União Brasil para a disputa da presidência criando uma verdadeira oposição a Lula e Bolsonaro.


Lula com certeza estará no segundo turno, mas caso esta coligação se concretize veremos a derrocada do Bolsonarismo pela união centro e direita.


Mas o tic-tac das convenções está fazendo as horas avançar em direção ao desfecho final que acontecerá mais cedo ou mais tarde assim tal proposta deve começar a ser debatida com urgência nos bastidores para que não se cometa erros e a logística seja montada com segurança a ambos os partidos.


Fernandes que vem sendo um grande ativista contra Bolsonaro desde antes de sua eleição diz que basta observar os fatos para entender que o Bolsonarismo tem muita maquiagem e que não se sustentará se houver quem realmente esteja disposto a enfrentar.


De qualquer forma caso a polarização seja mantida nem o União Brasil e nem o Podemos perderão nada sendo que Bivar fortalecerá o União Brasil oferecendo uma opção de primeiro turno e ficando forte em uma possível adesão em segundo turno Bivar correndo ainda o risco de se tornar vice-presidente da República.


Como cabeça principal desta articulação caso aconteça veremos surgir o juiz Sérgio Moro que se tornará assim candidato ao Senado pelo Paraná com apoio União Brasil e Podemos justificando assim definitivamente sua ida para o União Brasil unindo as duas legendas melhorando a imagem de Bivar e reatando laços que muitos achavam perdidos.


Contudo resta ainda o maior obstáculo que além da anuência de Bivar passa pelo aceite do Senador Álvaro dias que deixará a disputa de senado tida como favorita para dar ao Brasil a oportunidade de se libertar de uma vez por todas desta polarização que cria entraves ao crescimento social e económico e agora até problemas institucionais que colocam nossa democracia em constante ameaça.


Sobre Álvaro Dias, Fernandes Filho afirma que na atual conjuntura é o melhor para representar o Brasil diante do caos que Lula e Bolsonaro proporcionaram, “Álvaro tem experiencia positiva no poder executivo, possui respeito na classe politica é admirado no meio militar enfim é um líder que pode unir a nação em tono de um projeto político que resolva os graves conflitos que esta polarização ridícula promove nos dias de hoje.”


Mas trata-se de uma decisão difícil o legado de um verdadeiro Estadista que produzirá um efeito de caráter moral no povo, uma disposição para a virtude e a prática de ações virtuosas este já é o legado do senador Álvaro que poderá até não ser eleito mas deixará o exemplo politico para ser seguido e espelhado por futuras gerações, afinal, Álvaro Dias não precisa ser presidente mas o Brasil precisa de Álvaro Presidente, finalizou o ativista.



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